Sarah Sheeva: “A alma, muitas vezes, dá mais trabalho que o diabo”

A pastora ministrou na CCVP, durante quatro dias, o nível 2 de seu Congresso de Santificação

A Comunidade Cristã Vida Plena realizou, nos dias 16, 17, 18 e 19 de dezembro, o Congresso nível 2 com a pastora Sarah Sheeva. Em julho de 2009 Sarah já havia ministrado temas como ‘vida no Espírito’, ‘pureza sexual’ e ‘santidade no altar’, que fazem parte do nível 1, na CCVP.

Filha primogênita de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, Sarah Sheeva foi a primeira em sua casa a converter-se ao Evangelho de Cristo. Cantora, deixou em 2003 o grupo que compartilhava com sua irmãs Nana Shara e Zabelê, o SNZ. Hoje, afirmando ser ainda muito mais “radical”, Sarah ministra em igrejas de todo o Brasil e é autora de dois livros: “Defraudação emocional”, no qual dá instruções de como escolher a pessoa certa para relacionar-se e evitar um casamento “encalhado”, e aponta costumes seculares que têm invadido os relacionamentos na igreja; e “Onde foi que eu errei?”, livro que trata o tema criação de filhos.

O nível 2 do congresso aborda temas como ‘humanismo’, ‘vontades’ e a ‘busca pela felicidade’. O GUIA-ME esteve presente e acompanhou os quatro dias de ministrações da pastora.

A raiz do humanismo

Na quinta-feira, primeiro dia de congresso, Sarah falou sobre a raiz do humanismo e apresentou a diferença entre Deus e os humanos através da história de Caim e Abel, o primeiro assassinato relatado na Bíblia. Ao falar sobre quando Caim matou o irmão e fingiu não saber onde ele estava, a pastora perguntou o que cada um ali faria se fosse pai de Caim. “Quero que você entenda quem é Deus. Nenhum ser humano é capaz de amar assim”, afirmou.

“O humanismo diz que a gente merece as coisas, que você merece ser feliz. No humanismo nós nos justificamos sem Deus”, disse Sarah.

‘O desafio de vencer e não fazer as nossas vontades’ foi tema do segundo dia de congresso. A pastora falou que o dia a dia traz induções sobre nossas vontades e nos tenta, mas que essas vontades devem ser confessadas às pessoas de confiança: “O caminho da derrota de um crente é manter as vontades em segredo”.

Sarah ponderou o fato de toda vontade ter seus porquês e exemplificou com a homossexualidade que, geralmente, é resultado de traumas da infância, pedofilia, ausência do pai.

Ainda sobre as vontades, Sarah concluiu dizendo que “quando você obedece ao seu querer, você o coroa como seu senhor”.

No sábado, a pastora ministrou sobre a cura da alma e as dores da infância. “A alma, muitas vezes, dá mais trabalho que o diabo”, disse ela que também afirmou que existe muito crente doente: “tem ímpio com o caráter melhor que o crente (…) pior que ímpio é crente estragado”.

Sarah Sheeva pediu para que as pessoas se recordassem de marcas e traumas da infância para que pudessem viver a mudança em suas vidas.

Na mesma ministração, a pastora abordou o fato de coisas passarem a ter mais valor que pessoas, e citou o filme Click, protagonizado por Adam Sandler, como exemplo de um homem que só pensava em trabalho e não tinha tempo para a família, e quando se deu conta não havia presenciado o crescimento dos filhos, havia perdido a esposa e por pouco não viu a mesma história se repetir na vida de seu filho recém-casado. “Pessoas são mais importantes do que coisas”, exclamou Sarah.

O presente da felicidade

O tema da última ministração do congresso foi ‘o servo, a cruz, o reino e a felicidade’, na qual a pastora citou, logo no início, a característica do servo: ‘faz o que o dono dele, o Senhor, manda’.

O foco da palavra de domingo foi a busca desesperada pela felicidade. “Os crentes têm agido como ímpios em busca de felicidade”, disse ela que explicou que para ganhar o presente da felicidade, a primeira coisa a fazer é entender o que é mundo e o que não é mundo. “Tudo o que Deus não criou é mundo e tudo que o homem não pode criar não é mundo”.

“Tem muito ‘crentinho’ achando que vai para o céu e ama o mundo”, disse a pastora. A segunda coisa a fazer para receber a felicidade, segundo Sarah, é entender que a felicidade não está à venda e que ela é um estado constante.

A pastora deu um ‘puxão de orelha’ naqueles que acham que a felicidade é sinônimo de ‘curtir a vida’. “Você não existe para curtir a vida, você existe para servir a Deus”, advertiu.

“Descubra o motivo da sua existência, cumpra o propósito da sua vida e ganhe o presente da felicidade”, bradou Sarah.

Ao final do Congresso, o pastor da CCVP, José Roberto Freschi de Oliveira, agradeceu ao Senhor pela oportunidade de poder aprender mais da Palavra e se disse constrangido pelo amor de Deus.

Por Juliana Simioni

Fonte: GUIAME.COM.BR

 

 

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