Japão: Um chamado à esperança

 

Japão: Um chamado à esperança

O pior terremoto da história do país com 8,9 graus de magnitude vitimou mais de 3 centenas de pessoas e disseminou o pânico na nação. Clamemos juntos!

O dito popular “uma imagem vale mais que mil palavras” seria suficiente para retratar o que significa o caos que invadiu o Japão depois que o pior terremoto, em 140 anos, assolou a nação sendo, inclusive, o 7° maior do mundo, se não fossem os desdobramentos que o mesmo tem gerado no mundo e os reflexos na Igreja. Sim, como Igreja do Senhor, sabedora da realidade espiritual em que vivem os japoneses e imigrantes no país conhecido pela falsa ideia de liberdade religiosa garantida pela constituição, compreendemos que essa mesma ilusória liberdade tem suplantado a realidade de mais de 90% da população que vive sob o obscuro engano de práticas do budismo, do xintoísmo, do ateísmo e das vastas manifestações de novas religiões que não reconhecem o Evangelho de Jesus. Apenas cerca de 3% da população no Japão – hoje com mais de 128 milhões de pessoas, sendo mais de 250 mil só de brasileiros em sua composição – tem o Cristianismo como estilo de vida, reconhecendo que Jesus morreu em uma cruz pelos nossos pecados e que um dia irá voltar para arrebatar sua Igreja.

O terremoto de 8,9 graus na escala Richter que atingiu o Japão na madrugada da última sexta feira (11/3), ocorreu por volta das 3 horas da tarde (horário do Japão), na costa noroeste do país e resultou em um tsunami (ondas gigantes de 10 metros de altura) que sacudiu a região. O epicentro foi há 129 quilômetros da costa do Japão e a 24 quilômetros de profundidade, uma distância relativamente curta para um terremoto dessa magnitude.

A rede de TV japonesa NHK transmitiu ao vivo o momento em que o tsunami chegou a Sendai, cidade da costa do Japão. De forma impressionante, todo um aparato de comunicação, reestruturação da nação e informação tem sido articulado para minimizar os efeitos sobre a população. Com isso, o mundo todo, tem acompanhado em tempo real os novos acontecimentos no país, inclusive, os novos tremores que sucederam ao tsunami com aproximadamente 6 graus de magnitude. A recorrência de tremores no Japão facilitou a divulgação de alerta do trágico e intenso terremoto ocorrido, devido a preparação constante da população para situações como essa, que conseguiu ainda cercear seus efeitos na capital (Tóquio) graças às infraestruturas projetadas para os tremores.

Mas quando vemos cenas tão devastadoras como as dos últimos dias, podemos perceber o quanto o ser humano é infinitamente pequeno e necessita do cuidado de Deus, reconhecendo em tudo sua soberania. Ele nunca é pego de surpresa, tudo está debaixo da sua autoridade, mas nós somos surpreendidos, mesmo quando acreditamos estar preparados para o que der e vier, isso nos conclama a viver impreterivelmente dependentes dele.

Qualquer imagem espalhada por toda mídia nacional e internacional valeria para ilustrar o sofrimento que inundou o país com a maior região metropolitana do mundo (Tóquio), mas apenas os dizeres contidos nos principais destaques dos jornais do globo, dizem por si só: “Tsunami mata mais de 300 e deixa mais de 500 desaparecidos no Japão”. Clamemos pelos familiares que ainda nem podem enterrar seus mortos; para que os desaparecidos sejam encontrados com vida e ainda para que o tsunami que carregou carros, casas e tudo que achou pelo caminho água abaixo, também não leve consigo a esperança da Igreja, essa não pode desaparecer, mas deve se fortalecer ainda mais nesse tempo.

Ondas de desastres naturais tem se alastrado por vários países no mundo, dos mais pobres como o Haiti, no ano passado, como agora no Japão, uma das maiores potências mais bem economicamente desenvolvidas da contemporaneidade. Em cada novo episódio de devastação natural, seja pelos terremotos ou furacões tão recorrentes no país da “terra do sol nascente”, ou pelas enchentes, pelas nevascas, maremotos, enfim, a Igreja vive posteriormente a essas ocorrências, a difusão de teorias que remontam as profecias dos “últimos dias” e do “princípio das dores”, como descrito em Mateus 24. Uma pena é que quando a poeira abaixa, quando as águas do oceano não estão inundando nenhuma nação, ou quando nenhum terremoto treme estruturas das mais sólidas sociedades afora, muitos esquecem que Jesus está voltando, que hoje é o dia que o Senhor fez para cumprirmos os propósitos do seu coração de levarmos o Evangelho a todos que perecem no mundo pelo desconhecimento do Eterno. A Palavra do Senhor em 2 Timóteo, capítulo 4, versículo 2, diz: “Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina”. Isso para que todo aquele que vive no engano, subjugado por satanás e seus demônios, longe dos caminhos do Senhor, sob a escravidão daqueles que não conhecem a luz de Cristo, possam enfim reconhecer que só o Senhor é Deus, que Ele é o Todo-Poderoso, que sua mão está sobre nós, que Ele não nos castiga, mas usa seus próprios meios para nos atrair a Ele, à sua autoridade, poder e glória. Todos nós que aceitamos Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas, somos co-herdeiros com Ele não só das bênçãos de Deus, mas da cruz do Calvário que nos separou do pecado. Ainda existe uma cruz. E essa cruz representa todos os bilhões de pessoas que nunca ouviram falar de Jesus, do seu amor, da sua graça. Precisamos “carregar” essa cruz juntos, mobilizados pelos que choram e sofrem em todo parte. O pastor e conferencista Renato Vargens, publicou em seu blog pessoal o seguinte texto: “Os desastres naturais, não podem em hipótese alguma surpreender ao Todo-Poderoso. Como Senhor, Ele rege os acontecimentos, fazendo dos dramas da existência um profícuo instrumento de amplificação, cujo propósito é falar ao coração dos homens sobre a brevidade da vida e a sandice de viver sem Cristo. As Escrituras nos revelam um Deus que sustenta e governa o universo SOBERANAMENTE e que nada foge ao seu controle”. Muito mais do que temermos o cumprimento das profecias ou preocuparmos apenas com a nossa salvação, precisamos nos identifi car com aqueles que ainda não conhecem a Jesus. Todos nós cristãos, carregamos em nossas mãos o sangue daqueles que morreram sem conhecer a Deus, o Rei dos Reis, Senhor da nossa vida, Príncipe da Paz. Esse é o tempo de lavar as nossas vestes através do sangue de Jesus derramado ali na cruz! Oremos, em unidade, para que a misericórdia de Deus seja derramada sobre o Japão; para que a Igreja do Senhor cresça nessa nação; para que os tremores cessem e não ocorram novas vítimas; para que os alertas de novos tremores em outras regiões, como na Ásia, América do Norte e América do Sul não se confi rmem; e sobretudo, oremos para que o nome de Deus seja exaltado e glorifi cado no país apesar das dores, das vítimas e do caos!

Alguns exemplos de atitude:

No Twitter (rede social), cristãos do mundo todo tem se unido por meio da Tag #PrayforJapão. O site de busca Google criou uma página especial para auxiliar na obtenção de informações sobre as vítimas, chamada de Person Finder: 2011 Japan Earthquake. A embaixada do Brasil em Tóquio atende pelo e-mail comunidade@brasemb.or.jp, pelo número +81 3 3404-5211 ou pelos sites http://www.brasemb.or.jp/portugues, http://www.consbrashamamatsu.jp e http://www.consbrasil.org/consulado


:: Por Thalita Daher – thalitadaher@lagoinha.com
Redação Lagoinha.com

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