OSAMA MORRE, OBAMA COMEMORA

Por Mark Hosenball e Jeff Mason

WASHINGTON (Reuters) – O líder da rede Al Qaeda Osama bin Laden foi morto neste domingo em uma operação liderada por forças norte-americanas no Paquistão, e seu corpo foi recuperado, anunciou o presidente Barack Obama.
‘Foi feita justiça’, declarou Obama em pronunciamento na Casa Branca para anunciar a morte do homem apontado como o mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington.
Obama afirmou que forças norte-americanas lideraram a operação que resultou na morte de Bin Laden. Nenhum norte-americano foi morto no combate e foram tomados cuidados para evitar a morte de civis, disse o presidente.
‘Os Estados Unidos realizaram uma operação que matou Osama bin Laden, o líder da Al Qaeda e o terrorista responsável pelo assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças’, afirmou Obama.
Isso representa uma grande conquista para Obama e sua equipe de segurança nacional, no momento em que muitos norte-americanos já haviam perdido as esperanças de que Bin Landen seria algum dia encontrado.
Uma multidão reuniu-se do lado de fora da Casa Branca para comemorar a morte do líder da Al Qaeda, assim que a notícia foi divulgada.
O antecessor de Obama, George W. Bush, prometeu repetidas vezes levar Bin Laden à Justiça ‘vivo ou morto’ pelos ataques de 11 de Setembro, que deixaram quase 3.000 pessoas mortas, mas não consegui fazê-lo antes de deixar o cargo no início de 2009.
Autoridades dos EUA disseram que após procurar em vão pelo líder da Al Qaeda desde seu desaparecimento no Afeganistão no final de 2001, o extremista saudita foi morto na cidade paquistanesa de Abbotabad e seu corpo foi recuperado.
Ter o corpo pode ajudar a convencer os céticos de que Bin Laden está realmente morto.
Ele era procurado desde que escapou de soldados dos EUA e milícias afegãs em uma grande operação nas montanhas de Tora Bora, no Afeganistão, em 2001.
Seu paradeiro era incerto desde então, e várias autoridades de inteligência acreditavam que ele havia se escondido no Paquistão.
Mesmo na clandestinidade, Bin Laden usava vídeos para atacar o Ocidente e estimular militantes islâmicos.
Além do 11 de Setembro, Washington também relacionou Bin Laden a uma série de ataques, incluindo os atentados às embaixadas norte-americanas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e o ataque ao navio de guerra USS Cole no Iêmen, em 2000.

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