Globo Lançará Festival de Música Gospel

Por Redação OGalileo

Com o objetivo de conquistar o público evangélico, a Rede Globo vai produzir um evento no fim do ano, onde reunirá os campeões de vendagem da música gospel. Amauri Soares, diretor de eventos e projetos especiais da emissora, bolou um festival de música evangélica que contará com a presença de bandas como Diante do Trono. Será em dezembro, no Rio de Janeiro, com transmissão da Globo e produção da Geo, empresa de eventos da emissora. Com informações do jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja


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Obama defende dois estados, um aos judeus e outro aos palestinos

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Ricardo Gondim é dispensado da Ultimato por suas declarações sobre união entre homossexuais

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Simpatia com o humanismo também foi citada na reunião dos os diretores da revista

Ricardo Gondim é dispensado da Ultimato por suas declarações sobre união entre homossexuais

Ricardo Gondim informou em seu blog que os diretores da Revista Ultimato se reuniram com ele nesta semana para avisá-lo que sua participação como colaborador da revista seria descontinuada.

O líder da Igreja Betesda escreveu para a publicação por quase 20 anos e, de acordo com ele, essa decisão foi tomada por causa de suas declarações polêmicas dadas à Revista Caros Amigos apoiando a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

“Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis”, escreveu.

Além dessa declaração outras manifestações do pastor trouxeram certo desconforto para a redação da revista, diante da tragédia causada por um terremoto do Japão, Gondim postou mensagens no Twitter dizendo que Deus não teria o controle do mundo. Sobre esse aspecto o pastor escreveu: “Jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem.”

Há tempos que Gondim se mostra mais a favor do humanismo do que do estilo “calvinista” que predomina as igrejas evangélicas do Brasil e esse foi outro ponto apresentado por uma das editoras da revista.

Leia o artigo publicado no blog de Ricardo Gondim aqui

Fonte: Gospel Prime

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Marcha para Jesus: Evangélicos Protestam Contra ”Kit Gay” e Criminalização da Homofobia.

Evento reuniu aproximadamente 50 mil pessoas na cidade de Curitiba

Por Redação OGalileo
Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.

A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje.

Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de “kit gay”) pelo governo federal.

Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

“Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família”, diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).

O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de “lei da mordaça”. Para Ferro, ele “pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição” e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.

Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é “outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos”.

Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país –em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.

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Confira as frases mais famosas do bispo Edir Macedo

Acompanhe abaixo algumas frases extraídas das mensagens radiofônicas diárias do bispo Edir Macedo

Confira as frases mais famosas do bispo Edir Macedo

“… Você vive uma vida nem lá, nem cá…” (referindo-se a quem ainda não fez um Pacto com Deus)

“Você ainda não casou com Deus.” (Gênesis 15.18)

“Deixe as emoções de lado.”

“Use a cabeça, pois o coração leva para o inferno.”

“O pacto envolve duas coisas: a Palavra dos pactuantes (de Deus e da pessoa) e a Atitude (uma entrega feita dia a dia).”

“O pacto é como o casamento: envolve sacrifício (diário).”

“À tua descendência dei esta terra…” – Deus empenhou a Sua Palavra, honra e divindade.

“Se Ele empenhou a Sua Palavra e nós não, não houve pacto.”

“Se eu não cumprir com a minha parte… você tem o direito de fazer comigo o que foi feito com os animais…”

“Vida com abundância não é apenas dinheiro… você não come dinheiro!”

“O que traz felicidade é você estar em paz consigo mesmo… com Deus, com a sua esposa…”

“Quando nós fazemos um Pacto com Deus… quando aceitamos os termos de um Pacto com Deus, Ele, automaticamente, nos dá condições para encontrar uma pessoa que também é fiel a Ele, que fez um Pacto com Ele e que vai construir, com você, a sua família… e que vai fazer de você uma pessoa feliz!”

“Você irá constituir uma família com essa pessoa, que também é de Deus…”

“Os braços da cruz são o pacto que você faz com a sua mulher (ou marido)… a partir daí, está a sua felicidade…”

“Não há nada que possa satisfazer o ser humano, se ele não tiver uma família bem estruturada!”

“Quando você começa a disciplinar-se com respeito à vontade Deus… está usando a sua inteligência…”

“… eu estou casado com a Ester… eu não vou a lugares que ela não quer que eu vá… ela não vai a lugares que eu não quero que ela vá… (exemplificando o Pacto com Deus)”.

“Eu tive coragem de requerer porque eu tinha um compromisso com Deus…”

“A força de uma pessoa não está nos seus músculos… não está no seu tamanho…”

“Espero que você faça o seu Pacto com Deus neste Domingo!”

Fonte: Arca Universal

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Alice Cooper: “A minha relação com Jesus é de sinceridade e entrega”

Alice Cooper diz que Marilyn Manson, Rob Zombie e Lady Gaga são seus “filhos desobedientes”. Figuraça do hard rock que plantou no gênero as bases de uma cultura teatral, performática, ele é um precursor dos concertos do tipo rock horror show – sangue falso, cobras gigantes de verdade, pirotecnia, maquiagem, susto.

“Sou uma caricatura, como Anthony Hopkins quando vira Hannibal Lecter. Nos dias normais, não sou Alice Cooper. Só quando faço discos e estou no palco”, diferencia. “Tenho 63 anos, ninguém me diz o que fazer ou que direção seguir, mas estou sempre interessado em feedback, sempre atento ao que meus fãs estão pensando”, disse Alice Cooper, falando por telefone ao Estado na segunda. Ele toca no Credicard Hall no dia 2.

Quando você vê esses shows teatrais, como Rob Zombie e Marilyn Manson, o que pensa?

Rob Zombie, Manson, Slipknot, adoro todos. Eu os chamo de “meus filhos desobedientes”. Não tenho o menor sentimento de competição, porque nós somos como os Rolling Stones dessa corrente – fomos influentes, e ainda somos.

Houve duas tragédias entre integrantes da banda Slipknot. Muita gente associa isso ao tipo de visualidade violenta que utilizam. O que você acha?

É tudo de brincadeira, como um filme de terror. E, assim como nos filmes de terror, você sabe que aquilo não vai te machucar, mas ao mesmo tempo ninguém sabe até que ponto aquilo pode estimular algo soturno. No caso do Slipknot, duas tragédias aconteceram, teve um integrante morto por abuso de drogas (o baixista Paul Gray, em 2010). Sempre digo o seguinte: se você está numa banda, não pode ter caras que usam drogas, não vai funcionar. O rock”n”roll já foi traído por isso. Os caras que tocam comigo tomam uma cervejinha, tomam seu vinho, mas não tomam droga. Quando alguém morre é que você se dá conta da insanidade.

Você já foi alcoólatra, não?

Sim, mas já estou há 30 anos sem tomar um trago. É assim com todo mundo. Mesmo Keith Richards teve de parar um dia. Quem o conheceu naqueles dias, não acredita que ainda esteja vivo.

Você conhece a história de como Johnny Rotten, dos Sex Pistols, começou fazendo uma imitação de Alice Cooper?

Claro, ele mesmo me contou. Disse que tinha 18 anos na época, e ia pelos metrôs de Londres cantando minhas músicas, ele e Syd Vicious. Disse que adorava cantar I Love the Dead, e que foi o que lhe ocorreu cantar na audição. Ele foi aprovado, e passou a integrar o grupo. Não acho que eu influenciei o punk rock. O rock”n”roll é uma mistura, e os seus protagonistas se destacam pela atitude.

Dizem que você se tornou cristão. É verdade?

Sim, é verdade. Eu sigo cristão porque é a única religião que fala à minha alma, e não ao intelecto. Vou à igreja de vez em quando. Não sou um frequentador assíduo porque há muitas igrejas nas quais eles te julgam por estar em uma banda de rock. Mas a minha relação com Jesus é a mesma de quando eu toco a guitarra e canto: é de sinceridade, de entrega.

Você entrou para o Hall da Fama do Rock”n”Roll. Qual foi o significado daquilo para você?

Foi como uma formatura. Quando você vê que, ao seu lado, estão Paul McCartney, Jeff Beck, Pete Townshend, Elton John, você sabe que concluiu o curso. No começo, eles eram os professores, eram caras que eu idolatrava quando era um garoto, e agora eu estava me juntando a eles como professor.

O que Alice Cooper, o personagem, pensa da política?

Tento me manter longe da política. Me divirto fazendo os outros se divertirem, é o meu negócio. É a fonte da minha emoção. Os roqueiros podem fazer coisas inteligentes e também estúpidas, assim como os políticos.

Como está o show atual da banda de Alice Cooper?

Mais pesado que nunca. Estamos com três guitarristas agora. Fmos fazer uma porção de shows na Inglaterra, ao lado de bandas de metal, como o Iron Maiden.Encorpamos o som.

Você é golfista profissional. O que pensa do que ocorreu com Tiger Woods?

Se você conversa com qualquer um que entende de golfe nos Estados Unidos, ele vai te dizer a mesma coisa: Tiger Woods ainda é o melhor do mundo. Em 2 ou 3 anos, vai se recuperar e voltar ao topo. Quanto ao que aconteceu fora de campo, foi espantoso. Falaram em 300 garotas. Isso é um número de Led Zeppelin, não de um golfista.

Fonte: Estadão

Via: www.guiame.com.br
Acesse: http://musica.guiame.com.br

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Samuel Ferreira é destaque na revista Isto É; “Um pastor moderno entre os radicais”

O evangélico desavisado que entrar no número 560 da ave­nida Celso Garcia, no bairro paulistano do Brás, poderá achar que não está entrando em um culto da Assembleia de Deus. Maior denominação pentecostal do País – estima-se que tenha 15 milhões de adeptos, cerca de metade dos protestantes brasileiros –, historicamente ela foi caracterizada pela postura austera, pelo comedimento na conduta e, principalmente, pelas vestimentas discretas de seus membros. Por conta dessa última particularidade, tornou-se folclórica por forçar seus fiéis a celebrarem sempre, no caso dos homens, de terno e gravata e, entre elas, de saia comprida, camisa fechada até o punho e cabelos longos que deveriam passar longe de tesouras e tinturas. Era a igreja do “não pode”. Não podia, só para citar algumas interdições extratemplo, ver tevê, praticar esporte e cultuar ritmos musicais brasileiros. A justificativa era ao mesmo tempo simples e definitiva: eram coisas do capeta.

No templo do Brás, porém, às 19h30 do domingo 15, um grupo de cerca de vinte fiéis fazia coreografias, ao lado do púlpito, ao som de uma batida funkeada. Seus componentes – mulheres maquiadas e com cabelos curtos tingidos, calça jeans justa e joias combinando com o salto alto; homens usando camiseta e exibindo corte de cabelo black power – outrora sofreriam sanções, como uma expulsão, por conta de tais “ousadias”. Mas ali eram ovacionados por uma plateia formada por gente vestida de forma parecida, bem informal. Palmas, também proibidas nas celebrações tradicionais, eram requisitadas pelo pastor Samuel de Castro Ferreira, líder do templo e um dos responsáveis por essa mudança de mentalidade na estrutura da Assembleia de Deus, denominação nascida em Belém, no Pará, que irá festejar seu centenário no mês que vem. “Muitos chamam de revolução, mas o que eu faço é uma pregação de um evangelho puro, sem acessórios pesados”, afirma ele, 43 anos, casado há vinte com a pastora Keila, 39, e pai de Manoel, 18, e Marinna, 14. “A maior igreja evangélica do País está vivendo um redescobrimento.”

Sentado em uma cadeira logo ao lado do coral, Ferreira, que assistiu à televisão pela primeira vez na casa do vizinho, aos 7 anos, escondido do pai, Manoel Ferreira, pastor assembleiano, desliza o dedo indicador em um iPad segunda geração enquanto o culto se desenrola. Acessa a sua recém criada página no Twitter por meio da qual, em apenas um mês, amealhou mais de 110 mil seguidores. Quando se levanta para pregar a palavra, deixa visível o corte alinhado de seu terno e a gravata que combina com o conjunto social. Não que o pastor se furte em pregar de jeans, tênis e camisa esporte – tem predileção por peças da Hugo Boss –, como faz em encontros de jovens. “Samuel representa a Assembleia de Deus moderna, com cara de (Igreja) Renascer (em Cristo)”, opina o doutorando em ciências da religião Gedeon Alencar, autor de “Assembleias de Deus – Origem, Implantação e Militância” (1911-1946), editora Arte Editorial. “Os mais antigos, porém, acham o estilo dele abominável.”

Natural de Garça, interior de São Paulo, formado em direito e com uma faculdade de psicologia incompleta, Ferreira é vice-presidente da Convenção de Madureira, que é comandada por seu pai há 25 anos e da qual fazem parte 25 mil templos no Brasil, entre eles o do Brás. Os assembleianos não são uma comunidade unificada em torno de um líder. Há, ainda, os que seguem a Convenção Geral, considerada o conglomerado mais poderoso, e o grupo formado por igrejas autônomas. Ferreira assumiu o templo da região central da capital paulista há cinco anos e passou a romper com as tradições. Ao mesmo tempo, encarou uma cirurgia de redução de estômago para perder parte dos 144 quilos. “Usar calça comprida é um pecado absurdo que recaía sobre as irmãs. Não agride a Deus, então liberei”, diz o pastor, 81 quilos, que até hoje não sabe nadar e andar de bicicleta porque, em nome da crença religiosa, foi proibido de praticar na infância e na adolescência.

Sua Assembleia do “pode” tem agradado aos fiéis. “Meu pai não permitia que eu pintasse as unhas, raspasse os pelos ou cortasse o cabelo”, conta a dona de casa Jussara da Silva, 49 anos. “Furei as orelhas só depois dos 40 anos. Faz pouco tempo, também, que faço luzes”, afirma Raquel Monteiro Pedro, 47 anos, gerente administrativa. Devidamente maquiadas, as duas desfilavam seus cabelos curtos e tingidos adornados por joias pelo salão do Brás, cuja arquitetura, mais parecida com a de um anfiteatro, também se distingue das igrejas mais conservadoras.

A relativização dos costumes da Assembleia de Deus se dá em uma época em que não é mais possível dizer aos fiéis que Deus não quer que eles tenham vaidade. A denominação trabalha para atender a novas demandas da burguesia assembleiana, que, se não faz parte da classe média, está muito perto dela, é urbana e frequenta universidades. É esse filão que está sendo disputado. Uma outra igreja paulista já promoveu show no Playcenter. No Rio de Janeiro, uma Assembleia de Deus organiza o que chama de Festa Jesuína, em alusão à Festa Junina. Segundo o estudioso Alencar, as antigas proibições davam sentido ao substrato de pobreza do qual faziam parte a grande maioria dos membros da Assembleia de Deus. “Era confortável para o fiel que não tinha condição de comprar uma televisão dizer que ela é coisa do diabo. Assim, ele vai satanizando o que não tem acesso.”

Importante figura no mundo assembleiano, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, 76 anos, presidente da Convenção Geral, não é adepto da corrente liberal. “Samuel é um menino bom, inteligente, mas é liberal na questão dos costumes e descambou a abrir a porta do comportamento”, afirma. Ferreira, por outro lado, se diz conservador, principalmente na questão dos dogmas. Em suas celebrações, há o momento do dízimo, do louvor, da adoração e um coral clássico. Ao mesmo tempo, é o torcedor do Corinthians que tuita pelo celular até de madrugada – dia desses, postou que saboreava um sorvete às 4h30 –, viaja de avião particular e não abre mão de roupas de grife. Um legítimo pastor do século XXI.

Fonte: Isto É

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